Artistas do Arte & Manha
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Lucas A. T.
"Bardo sem barba, ser medíocre de carne e terra, quase pagão. Não tem claustrofobia e acredita na pluma de suas mentiras irrecusáveis. Preso a terra onde se ilustra seus poemas."
Lucas A. T.
"Bardo sem barba, ser medíocre de carne e terra, quase pagão. Não tem claustrofobia e acredita na pluma de suas mentiras irrecusáveis. Preso a terra onde se ilustra seus poemas."
Jonatha L. T.
"A definição de quem sou, expressada por mim, não terá validade se os olhos de quem me vê não são os meus, mas os teus. Diga-me primeiramente quem sou e depois, me conhecendo, comprove (ou não) sua tese sobre mim..."
Laura Pacheco
Nasci no meio do mundo cor-de-rosa e das letras. Quando pequena me disseram que escritores não ganhavam dinheiro e que isso não iria servir para mim. Comecei a escrever aos 5 anos, antes de ir para escola , e graças a minha mãe, tive todo incentivo para continuar com essa prática. Construi uma maneira de escrever peculiar e quando fui para escola não aceitava que me dissessem como escrever. Resultado: brigas e mais brigas com os professores de redação. Depois de um tempo desisti das brigas e entendi (ou não) que na escola era preciso ceder ao método.Por alguns anos escrevi usando um heterônimo. Acabei abandonando a prática de Pessoa e,hoje, assino com meu próprio nome. Depois que cresci as coisas não mudaram muito... Continuo sendo podada por alguns, e ouvindo que minha área não da dinheiro. Posso não viver mais no mundo cor-de-rosa, mas no mundo das letras vou continuar habitando até o último dia da minha vida. (Laura Nogueira Pacheco - Estudante de Letras da Universidade Federal de Alfenas -UNIFAL-MG)
Rogério José
Não revelem meu nome / Sou Poesia / Em carne e osso / Bem mais osso, por ter fome de mundo / Sairei pela estrada / Pés descalços / Sem ninguém conhecer / Quero a solidão / De meus textos na mala / Um poema em minha carne / E paixões... mal resolvidas... / Por favor, / Não revelem meu nome, / Meu endereço, / Meus gostos e gestos, / Meu temperamento. / Minha historia / É esse cumulo que eu acumulei, / De mentiras, /Segredos / E perguntas, que por mais que se inquietem, / É melhor, que não tenham respostas... / Meu silêncio, / É meu modo de ser, simplesmente... / Um choro ridículo, por sobre o diário / Uma nudez escondida - por sobre mim mesmo. / E deixem que sondem... / Não revelem...
Não revelem meu nome / Sou Poesia / Em carne e osso / Bem mais osso, por ter fome de mundo / Sairei pela estrada / Pés descalços / Sem ninguém conhecer / Quero a solidão / De meus textos na mala / Um poema em minha carne / E paixões... mal resolvidas... / Por favor, / Não revelem meu nome, / Meu endereço, / Meus gostos e gestos, / Meu temperamento. / Minha historia / É esse cumulo que eu acumulei, / De mentiras, /Segredos / E perguntas, que por mais que se inquietem, / É melhor, que não tenham respostas... / Meu silêncio, / É meu modo de ser, simplesmente... / Um choro ridículo, por sobre o diário / Uma nudez escondida - por sobre mim mesmo. / E deixem que sondem... / Não revelem...
Igor Vilela Rotundo
(ou Igor Formiga, como é conhecido), 24 anos, fotógrafo/publicitário/músico Alfenense.
(ou Igor Formiga, como é conhecido), 24 anos, fotógrafo/publicitário/músico Alfenense.
Conta com um trabalho focado principalmente na música e publicidade,
atendendo bandas (para criação de identidade visual e fotográfica), e agências de
publicidade sul-mineiras, com freelances
na área de Direção de Arte e Fotografia. Além disso, é responsável pelo
Marketing de uma das empresas da família Quércia, a O’ Coffee, exportadora de
cafés especiais na região da Alta Mogiana.
Atua, também, como guitarrista e produtor das bandas Grooviola Rock
‘n’ Soul, New Beatles e U2 2U.



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